Nova York Registra 13 Mortes: Frio Intenso Acende Alerta!

Nova York Registra 13 Mortes: Frio Intenso Acende Alerta!

A cidade de Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio intenso nos últimos 11 dias, revelando o grave impacto das temperaturas abaixo de zero. O período de inverno rigoroso, com temperaturas consistentemente negativas, tem desafiado as autoridades e a infraestrutura de apoio social da metrópole.

Desde o final de janeiro, a metrópole norte-americana enfrenta uma onda de frio extremo que resultou em uma tragédia para diversos nova-iorquinos. O prefeito Zohran Mamadani confirmou que a **hipotermia teve um papel crucial** em 13 das 16 mortes registradas neste intervalo. Os demais três óbitos foram atribuídos a overdoses, e, apesar do frio, nenhuma das vítimas estava em situação de rua no momento do falecimento, embora algumas tivessem contato prévio com serviços de abrigamento.

Ações de Nova York Contra o Frio Extremo

Diante da emergência climática, a administração municipal de Nova York tem intensificado os esforços para proteger a população mais vulnerável. Centros de acolhimento de emergência foram ativados, e uma frota de 20 veículos, com equipes de saúde a bordo, está circulando para identificar e ajudar pessoas em risco. Segundo o prefeito Mamadani, mais de 930 indivíduos já foram encaminhados para abrigos e locais seguros.

Adicionalmente, em casos extremos, 18 nova-iorquinos foram realocados involuntariamente por serem considerados um perigo para si mesmos ou para outros. Essas medidas buscam mitigar as consequências do inverno rigoroso, que, em todo o país, já causou a morte de 38 pessoas por frio extremo nos Estados Unidos.

Crescimento de Óbitos e a Crise dos Sem-Teto

As estatísticas oficiais mostram uma preocupante tendência de aumento nas mortes relacionadas ao frio em Nova York. Entre 2005 e 2021, a cidade contabilizou anualmente entre nove e 27 óbitos por hipotermia. Contudo, esse número saltou para 34 em 2021 e atingiu 54 em 2022, indicando uma agravação do problema que impacta a população.

O controlador financeiro da cidade, Mark Levine, estima que há "dezenas de milhares" de nova-iorquinos sem lar, sendo a maioria **famílias com crianças**. Quase 95% dessas pessoas são abrigadas em instituições municipais. Embora em agosto de 2021 o número de pessoas em abrigos de emergência tenha sido o mais baixo em quase uma década (44.586), houve um aumento significativo de 22.955 para 62.679 entre janeiro de 2000 e janeiro de 2020, o que reflete a persistência da crise habitacional e a necessidade de mais apoio.

A situação de emergência em Nova York, com o registro de mais **mortes relacionadas** ao frio, serve como um alerta contínuo para a necessidade de políticas públicas eficazes e apoio à população mais vulnerável. A cidade segue mobilizada para garantir a segurança e o bem-estar de seus habitantes frente às adversidades climáticas extremas.

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