Noticia do Dia

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A Câmara de Ribeirão Preto rejeitou um processo contra o vereador André Rodini (Novo) após denúncias de uma fala pejorativa contra pobres feita em um grupo de WhatsApp. A decisão foi tomada por 16 votos a 3 em uma sessão virtual realizada em 2 de janeiro de 2026.

O processo foi aberto após a denúncia de Alexandre Meirelles Nogueira, ex-assessor de Rodini, que afirmou ter ouvido o vereador usar a expressão "pobre fazendo pobrice" ao se referir à distribuição de bolo gratuita no aniversário do Mercado Municipal de Ribeirão Preto, em setembro de 2025. A fala foi considerada discriminatória e caracterizada como "aporofobia".

Reações à Decisão da Câmara

Após a votação, André Rodini afirmou que a fala foi feita em tom de brincadeira e que a denúncia poderia prejudicar a imagem dele e do trabalho desenvolvido pelos vereadores. A decisão da Câmara significa que o caso não será levado ao Conselho de Ética.

A representação protocolada na Câmara detalha que a fala de Rodini ocorreu em um diálogo sobre a agenda oficial do parlamentar e oportunidades de interação com a população. O ex-assessor afirmou ter advertido Rodini sobre o caráter inadequado da fala e que, posteriormente, foi demitido do cargo por baixa produtividade, segundo o vereador.

Impacto da Decisão

A rejeição do processo contra André Rodini gerou discussões sobre a conduta de vereadores e a responsabilidade deles perante a população. A decisão da Câmara de Ribeirão Preto reflete a complexidade dos debates políticos e éticos que ocorrem dentro do Legislativo.

A conclusão do caso evidencia a importância da transparência e do debate público sobre as ações de representantes eleitos. O caso de André Rodini em Ribeirão Preto serve como um exemplo das tensões entre liberdade de expressão e responsabilidade política.

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